CEST – E agora, mais uma obrigação? Saiba mais sobre o cest no nosso blog.

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O que é CEST?

O CEST é a abreviatura de Código Especificador da Substituição Tributária. É uma forma de identificar melhor os produtos, mercadorias e bens passíveis de substituição tributária e de antecipação de recolhimento do ICMS conforme definições do Convênio ICMS 92/2015.

Você pode estar pensando se é apenas nas operações com substituição tributária? E a resposta é sim, caso você não trabalhe com produtos com substituição tributária não precisaria se preocupar, mas não é tão simples assim, cada vez mais novos produtos e estão se enquadrando na substituição tributária, então, é sim necessário se adaptar e não contam com a sorte.

Quando começa ser obrigatório?

O campo CEST (Código Especificador da Substituição Tributária) no produto da Nota Fiscal será validado como obrigatório pela SEFAZ em 01/04/2018. Porém, conforme convenio ICMS para alguns segmentos já começou.

a) 1º de julho de 2017, para a indústria e o importador
b) 1º de outubro de 2017, para o atacadista
c) 1º de abril de 2018, para os demais segmentos econômicos

Nos Tas, este campo é opcional, uma vez que se torna obrigatório apenas em determinadas operações e seguindo o padrão lógico do sistema, não obrigamos a cadastrar os dados se eles não são realmente obrigatórios.

 

Como fazer o cadastro do CEST?

CEST deve conter 7 números, sem pontuação e deve ser incluído junto ao cadastro do seu produto, materiais ou consumíveis.

Se você deseja aplicar uma regra para automatizar a classificação toda de uma vez entre em contato com a Tas, ou pode ser classificado individualmente.

 

Como vai funcionar no dia a dia, na prática?

O sistema irá automaticamente incluir o CEST nas operações que for obrigatório, mas para isto é necessário verificar o cadastro dos produtos sujeitos a sub. tributária para que esta alteração não impacte no momento de faturamento e emissão de NFe.

A DANFE – Documento Auxiliar da Nota Fiscal Eletrônica (Impressão da NFe) não terá nenhuma alteração, o CEST vai apenas no arquivo XML e também não altera nenhum cálculo da nota.

Lembrando que a NFe é o arquivo XML autorizado pela SEFAZ.

 

Relação de CSTs cujo CEST será obrigatório

10 Tributada com cobrança de ICMS por substituição tributária
30 Isenta ou não tributada com cobrança de ICMS por substituição tributária
60 ICMS cobrado anteriormente por substituição tributária
70 Com redução de base de cálculo e cobrança de ICMS por substituição tributária
90 Outros, desde que com a TAG vICMSST

Relação de CSOSNs cujo CEST será obrigatório

201 Tributada pelo Simples Nacional com permissão de crédito e com cobrança do ICMS por substituição tributária
202 Tributada pelo Simples Nacional sem permissão de crédito e com cobrança do ICMS por substituição tributária
203 Isenção de ICMS do Simples Nacional para a faixa de receita, com cobrança do ICMS por substituição tributária
500 ICMS cobrado anteriormente por substituição tributária (substituído) ou por antecipação
900 Outros, desde que com a TAG vICMSST

 

Existe uma tabela publicada no convênio 52/17 e está disponível através do link abaixo:

https://www.confaz.fazenda.gov.br/legislacao/convenios/2017/cv052_17

Esta tabela deve receber atualizações constantes e por isso é importante que você fique ligado.

Software detecta recomendação fraudulenta em comércio eletrônico


Imagem: Wikimedia Commons

Software foi capaz de detectar mais de 95% de potenciais ataques maliciosos em sistemas de recomendação on-line

As empresas de e-commerce que utilizam recomendações feitas por seus clientes em seus sites para promover seus produtos e serviços estão sujeitas à ação de falsos usuários.

Em um plano coordenado, eles podem avaliar negativamente determinado produto, com o intuito de desestimular sua compra por novos consumidores.

Um grupo de pesquisadores do Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação (ICMC) da USP, em São Carlos, desenvolveu um software que promete detectar de forma mais eficiente essas ações de difamação fraudulenta em sistemas de recomendação on-line.

O programa foi capaz de detectar mais de 95% de potenciais ataques maliciosos em sistemas de recomendação on-line e com maior eficiência do que um dos principais algoritmos usados hoje para essa finalidade.

Denominado Orfel (sigla em inglês de Online-Recommendation Fraud ExcLuder), o sistema foi desenvolvido durante o mestrado do estudante Gabriel Perri Gimenes e Divisão relacional por similaridade em banco de dados e Processamento analítico de grandes grafos, realizados com o apoio da  Fapesp. Os resultados da aplicação do novo método foram descritos em um artigo publicado na revista Information Sciences.

De acordo com o estudante, que realiza doutorado também com bolsa da Fapesp, o novo método é voltado a identificar um comportamento, chamado de lockstep, em sistemas de recomendação de lojas on-line, como o Google Play e a Amazon.

Com o intuito de aumentar sua base de clientes, essas empresas utilizam um sistema de recomendação em que os usuários fazem reviews (avaliações) sobre os produtos ou serviços que adquiriram e dão uma nota que varia de 0 a 5 estrelas, por exemplo.

Esses sistemas de recomendação, contudo, são suscetíveis ao comportamento de lockstep, em que, em uma ação coordenada, um grupo de usuários com perfis falsos atribui, ao mesmo tempo, uma mesma nota baixa a um conjunto de produtos com o intuito de rebaixar sua reputação.

“Suponhamos que um grupo de cinco usuários de uma loja de aplicativos on-line dê uma nota baixa para um determinado aplicativo às 22h de um dia qualquer e esse mesmo grupo de pessoas faça reviewsnegativos de outro aplicativo um dia depois. Isso são indícios do comportamento de lockstep”, explica Gimenes.

A dificuldade de identificar esses ataques de múltiplos usuários falsos interagindo com vários produtos em momentos aleatórios é que eles ocorrem em meio a milhões de avaliações de produtos por usuários por segundo e, por isso, podem ser camuflados.

O ponto fraco desses ataques, entretanto, é que eles costumam ocorrer em uma mesma janela de tempo e em fluxos ou bursts, como denominam os pesquisadores.

Padrões de comportamento

A fim de identificar esses padrões de comportamento, o algoritmo desenvolvido por Gimenes, acompanha as avaliações feitas pelos usuários em um sistema de recomendação on-line e verifica, por exemplo, se elas foram feitas em um mesmo intervalo de tempo e se têm as mesmas notas.

Se isso ocorrer, o software indica esses comportamentos suspeitos para que possa avaliar tratar-se ou não de ações fraudulentas.

Confirmadas as suspeitas, a empresa pode banir os autores das avaliações e remover todas as interações que tiveram em sua base de dados.

“A ideia é que uma empresa de comércio eletrônico olhe para as listas de comportamentos suspeitos detectados pelo sistema e faça uma análise manual ou automatizada a fim de confirmar tratar-se ou não de lockstep, um comportamento muito mais raro, porém mais fácil de ser detectado do que um ataque individual à reputação de um produto”, compara Gimenes.

A eficiência do novo algoritmo em detectar potenciais ataques lockstep foi avaliada por meio de dados sintéticos de interações entre usuários e produtos em um sistema hipotético de recomendação on-line.

Os pesquisadores geraram artificialmente ataques no sistema e rodaram o algoritmo em um único computador para avaliar sua capacidade de detecção em comparação com um algoritmo chamado CopyCatch.

Considerado o estado da arte, o algoritmo desenvolvido por pesquisadores americanos utiliza uma abordagem semelhante à do Orfel para detectar comportamentos artificiais entre usuários e páginas no Facebook – como curtidas fraudulentas –, usando, porém, clusters computacionais (conjunto de computadores que trabalham de forma coordenada).

Os resultados das análises de desempenho indicaram que, mesmo sendo executado em único computador, o Orfel foi capaz de detectar mais de 95% dos ataques simulados e em período de tempo comparável ao que o CopyCatch levou para executar a mesma tarefa usando mil computadores.

“Demonstramos que a combinação de técnicas de computação, como o processamento paralelo centrado em disco, pode ser uma alternativa aos clusterscomputacionais para solucionar problemas como o de detecção de difamação fraudulenta”, afirma Gimenes.

De acordo com os pesquisadores, o algoritmo também pode ter outras aplicações, como caracterizar a promoção ilegítima de publicações (posts) e páginas no Facebook e identificar citações cruzadas por revistas científicas.

O artigo Orfel: Efficient detection of defamation or illegitimate promotion in online recommendation (doi: 10.1016/j.ins.2016.09.006), de Gimenes e outros, pode ser lido por assinantes da revista Information Sciences em www.sciencedirect.com.

Fonte:USP

Google lança sua primeira região de Cloud da América Latina

Com a chegada Cloud ao Brasil, cobrança pelos serviços começa a ser feitas na moeda local

Google vai oferecer treinamento em Cloud Computing para profissionais de TI brasileiros

 O Brasil acaba de entrar numa grande mudança estratégica do Google em todas suas ofertas de serviço de cloud computing. Nesta terça-feira (19), a gigante tecnológica inaugurou, em São Paulo, a primeira região de Cloud na América Latina, a 12ª da Google Cloud Plataform (GCP) no mundo.

 Explicando de uma maneira mais simples, as empresas de todo o continente agora poderão armazenar e processar dados no Brasil, aumentando a velocidade, desempenho e flexibilidade da plataforma  – uma vez que diminui a distância entre os servidores e usuários brasileiros, com redução de latência (tempo de transferência de informações) de até 95%.

 Em outras palavras: antes, boa parte dos dados eram enviados para os servidores na região de Carolina do Norte (EUA); agora, qualquer dado de usuários no Brasil, Argentina, Chile e outros vizinhos latinos serão enviados para São Paulo, aumentando ainda mais a velocidade de transferência de dados. Fazer um upload de um vídeo no YouTube ou enviar uma mensagem pelo GMail, por exemplo, ficará ainda mais rápido.

 Ter uma ampla distribuição de infraestrutura de nuvem é importante para aumentar as chances competitivas do Google nesse segmento, com forte concorrência da Amazon e Microsoft. Cada vez mais, países estão exigindo que alguns tipos de dados sejam armazenados em determinadas localizações geográficas.

 E mesmo com redes de alta velocidade, uma grande distância entre onde um aplicativo está hospedado e onde seus usuários estão localizados provoca problemas de latência capazes de inviabilizar a oferta de alguns serviços. Com a inauguração da região de São Paulo  – identificada como “southamerica-east1 –, o Google Cloud Plataform integra uma rede global com 100 mil quilômetros de cabos de fibra ótica.

Cobrança em real
 Outra novidade é que os clientes brasileiros agora podem pagar em reais (R$) pelos serviços do Google Cloud Plataform, sem a necessidade de fazer pagamentos internacionais e com os impostos previstos sendo recolhidos automaticamente pelo Google. Mesmo presente em outras 11 regiões, é a primeira vez que a gigante oferece uma operação de pagamento em moeda local nos mercados em que ofecere seus produtos de GCP, como destaca o diretor de GCP do Google Brasil, Fabio Andreotti. Em todas as outras regiões, a cobrança ainda é efetuada em dólares.
“É um compromisso de tornar nossos produtos mais acessíveis para cada vez mais clientes brasileiros. Ao oferecer essa possibilidade de pagamento, reduzimos a necessidade das empresas terem uma infraestrutura específica para cuidar dos pagamentos e dos impostos, reduzindo a burocracia”, comenta Andreotti. Os clientes brasileiros precisam atualizar as contas, informando o método de pagamento, que pode ser por cartão de crédito ou boleto. A decisão de armazenar os dados é do cliente, que pode escolher entre o Brasil ou qualquer lugar no mundo e trabalhar em qualquer uma das regiões.

Fonte: Diário

Mobilidade e gestão na nuvem são essenciais para o ERP

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Um sistema de gestão apresenta inúmeras vantagens para a empresa que decide adotá-lo.

Um software único para integrar todas as áreas do negócio, centralizando informações em nuvem e automatizando tarefas facilita muito a vida de todos os funcionários na rotina administrativa, além de gerar mais eficiência para o negócio e, com isso, maximizar os lucros.

Não é à toa que tantas empresas vêm adotando sistemas como o ERP – sigla em inglês para Planejamento de Recursos Corporativos – nos últimos anos.

Os benefícios são muitos e logo nos primeiros meses de uso empresários e diretores notam a diferença nos números com incremento do lucro e redução dos custos.

Entre as principais vantagens e que devem ser prioridade quando estiver no processo de escolha de um sistema ERP estão a mobilidade e a gestão na nuvem.

O QUE É O SISTEMA ERP?
O ERP é um sistema de gestão que integra todos os dados e processos da administração rotineira em apenas um local (em um software).

Assim, finanças, contabilidade, recursos humanos, marketing, vendas, compras, estoque e demais setores ficam centralizados no mesmo programa, abrindo a possibilidade de cruzamento de dados e de atualização de informações em tempo real para todos as áreas.

“Com o ERP, abre-se mão da necessidade de ter diversas planilhas, documentos e softwares separados para cada departamento da empresa.

Com tudo concentrado em somente um sistema, também diminuem as chances de erros e de redundância de informação dentro da administração. Ao final poupa-se tempo e dinheiro”, explica Hermano Aragão, que desenvolve sistemas do tipo.

A PRATICIDADE DO ACESSO MOBILE
Segundo estudo realizado pela IFS, empresa sueca de desenvolvimento de softwares corporativos, aproximadamente 70% dos entrevistados acreditam que ter acesso móvel ao sistema da sua empresa pode ter resultado positivo na rotina de trabalho. Foram consultadas das mais diversas áreas para a pesquisa.

“O acesso ao sistema ERP realmente faz a diferença para os funcionários e gestores. É muito mais prático poder resolver os problemas do dia a dia de onde estiver, na hora que quiser ou puder, em vez de ter que estar sempre logado a um computador ou notebook”, aponta Aragão.

Embora a praticidade de mexer no ERP seja de interesse da maioria, hoje ainda são poucos os que podem usufruir disso em suas empresas. A pesquisa da IFS concluiu que apenas 17% dos entrevistados realmente tinham essa possibilidade onde trabalham.

A tendência para os próximos anos, no entanto, é de um aumento cada vez maior no uso de sistemas integrados de gestão através de dispositivos mobile.

GESTÃO ONLINE NA NUVEM
Outro ponto de grande importância para o sucesso do sistema ERP é a gestão na nuvem.

Com o software baseado na internet, a empresa economiza de muitas formas: menor gasto com servidores, otimização do armazenamento de dados, menos funcionários para o TI, e menos trabalho interno nessa área, fazendo que com os funcionários possam se dedicar ao negócio em si, não a infraestrutura.

Mas também há outro fator determinante: “um software na nuvem permite ao usuário acessá-lo de onde quiser. Não é mais preciso estar no computador da empresa para conseguir acessar o sistema e resolver algum problema, basta ter conexão com a internet e senha para isso. A vida de todo mundo fica mais prática, é o sonho de qualquer gestor”, garante Aragão.

Se o acesso via mobile aos dados e informações do negócio é desejo de muita gente, conectar-se ao ERP de onde estiver já é realidade.

A maioria dos sistemas são baseados na nuvem, fazendo com que seja possível acessá-los mesmo de casa ou outro local. Acabou-se o tempo de voltar para a empresa tarde da noite por conta de algum imprevisto.

A gestão na nuvem ainda garante maior segurança de dados. Com um sistema integrado totalmente online, não há mais necessidade de dispositivos físicos para guardar informações importantes – dê adeus aos pen drives, HD’s externos!

Agora tudo fica guardado nos servidores pela internet, com todas as medidas de segurança implementadas pela desenvolvedora do software.

Sistemas de gestão são um investimento assertivo para qualquer negócio. Com menos documentos espalhados, planilhas separadas e papeis por diferentes setores, todas as informações e números importantes podem ser consultados com facilidade diretamente no software, via online.

Assim, gestores e diretores podem, por exemplo, realizar planejamentos e análises de forma mais embasada de onde estiverem.

Fonte: Exame

ERP – O próximo passo de inovação será dado pelos sistemas de gestão empresarial

erp-768x181ERP Para onde a inovação vai levar as empresas?

Em meio a uma verdadeira enxurrada de novas tecnologias e conceitos que nos atingem todos os dias é comum encontrar questionamentos do tipo: afinal, para onde a inovação vai levar as empresas?

Ao criar dentro das companhias um ambiente totalmente diferente do que temos hoje, vamos alcançar níveis de produtividades não ainda experimentados; esse é o futuro e lugar em que vamos chegar com a inovação.

Quando falamos de ERP, muitos dos produtos que encontramos hoje no mercado foram criados há 30 ou 40 anos.

Foram adaptados para atender companhias que viviam uma realidade e exigências totalmente diferentes do cenário atual e por isso os novos produtos se destacam tanto.

O próximo passo a ser dado pelos sistemas de gestão empresarial ERP é a conexão com o mundo exterior.

Os softwares ERP mais antigos não apresentam essa preocupação com todas as conexões que a empresa necessita fazer, eles mantêm o foco em resolver apenas o dia a dia da companhia, internamente.

E o futuro exige muito mais que isso, ele traz a possibilidade de que todas essas conexões sejam automatizadas.

A importância da automatização dessa comunicação com o mundo externo às empresas não é somente um pilar para alcançar os altos níveis de produtividade e evitar perda de tempo.

A partir do momento que essas atividades não são mais feitas de forma manual, a chance de erros durante o trâmite de informações é quase nula. E vale lembrar a importância dessas conexões externas, pois elas são feitas com clientes e bancos.

E é claro que, para receber todas essas novidades e se preparar para esse caminho a ser traçado pela inovação as empresas precisam se preparar. E é aqui que está o erro de muitas companhias.

Se preparar para a transformação digital vai muito além de apenas equipar a empresa com supercomputadores ou com os sistemas mais atualizados do mercado.

É preciso pensar de forma tecnológica, todo esse movimento precisa estar presente na cultura da empresa. Cabe também aos gestores guiar esse caminho junto aos demais colaboradores.

Parece difícil de acreditar, mesmo em meio ao cenário tecnológico e inovador que vivemos hoje, há empresas que ainda não se prepararam ou não estão preocupadas com a realidade que as cerca.

Levando em consideração que a era tecnológica é um caminho sem volta, quanto mais tarde essas companhias se atentarem para o que está acontecendo, pior será para sua permanência no mercado.

É preciso se disponibilizar a olhar o ambiente tecnológico e de competitividade que será o futuro.

E como ficam as empresas de tecnologia? Bom, antenadas por essência, elas também são responsáveis por tornar a inovação acessível às demais companhias do mercado.

Cabe a elas proporcionar para essas empresas o máximo de tecnologia, entretanto, sempre condizente com o que ela consiga absorver.

Fonte:Terra

SAT (CF-e-SAT) – Alterado a obrigatoriedade para 2017

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Atenção aos prazos divulgados pela SEFAZ-SP

Foi publicada a Portaria CAT 108, de 10-11-2016, com a seguinte alteração na obrigatoriedade SAT:

  • Em substituição à Nota Fiscal de Venda a Consumidor, modelo 2:
  • a) a partir de 01-01-2017, para os contribuintes que auferirem receita bruta superior a R$ 81.000,00 no ano de 2016;
  • b) decorrido o prazo indicado no item “a)”, a partir do primeiro dia do ano subsequente àquele em que o contribuinte auferir receita bruta superior a R$ 81.000,00

 

Data Hipóteses de obrigatoriedade
1º/07/2015 – Novos estabelecimentos
– ECFs que tenham mais de 5 anos desde a primeira lacração, para as seguintes CNAEs: 4731800, 4771701 e 4781400;
– Contribuintes que utilizavam SEPD em substituição ao ECF.
1º/08/2015 – ECFs que tenham mais de 5 anos desde a primeira lacração, para as seguintes CNAEs: 5611201, 5611203 e 4744005.
1º/09/2015 – ECFs que tenham mais de 5 anos desde a primeira lacração, para as seguintes CNAEs: 4782201, 4721102, 4530703, 4772500, 4789099, 4729699, 4722901, 4744099, 4713001, 4771702, 4721104, 4774100, 4761003, 4753900, 4744001, 4754701.
1º/10/2015 -Demais CNAEs cujos ECFs que tenham mais de 5 anos desde a primeira lacração, exceto 4711301, 4711302 e 4712100.
1º/01/2016 – Em substituição à Nota Fiscal de venda a consumidor (mod 2) para os contribuintes que faturaram R$ 100 mil ou mais em 2015;
– Postos de combustível, em substituição à Nota Fiscal de venda a consumidor (mod 2).
– ECFs que tenham mais de 5 anos desde a primeira lacração, para as seguintes CNAEs: 4711301, 4711302 e 4712100.
1º/01/2017 – Em substituição à Nota Fiscal de venda a consumidor (mod 2) para os contribuintes que faturaram R$ 81 mil ou mais em 2016; **
– Prazo final para os postos de combustível cessarem TODOS os ECFs.

Mais informações:

1- Qual a diferença entre o ECF e o SAT-CF-e?

O ECF é o Emissor de Cupom Fiscal, equipamento instituído pelo fisco para impressão do Cupom Fiscal, que está sendo substituído pelo SAT.

Já o SAT refere-se ao Sistema de Autenticação e Transmissão de Cupom Fiscal Eletrônico (SAT-CF-e), que emite o CF-e (Cupom Fiscal Eletrônico), um documento eletrônico que substitui o cupom fiscal.

Trata-se de um equipamento de baixo custo, com certificado digital, que gera, autentica e transmite para o fisco os Cupons Fiscais Eletrônicos gerados.

2-Estou abrindo ou ampliando meu negócio. Preciso comprar um ECF ou um SAT?

Desde 01/07/2015 não são mais autorizados novos ECF, na SEFAZ/SP, para os estabelecimentos comerciais que realizam venda de mercadorias.

3-Como consigo mais informações sobre o SAT-CF-e?

As informações mais recentes relativas ao projeto do Sistema Autenticador e Transmissor de Cupons Fiscais Eletrônicos (SAT-CF-e) podem ser encontradas em www.fazenda.sp.gov.br/sat.

Para informações sobre obrigatoriedade e cronograma de implantação, consulte a página do SAT:

https://portal.fazenda.sp.gov.br/servicos/sat/Paginas/Sobre.aspx